Um espaço dedicado aos suspiros poéticos, as canções de amor e saudade, à apreciação da arte em geral, como se cada modalidade artística fosse uma casinha no grande Cortiço da mente humana. Além disso, um refúgio para os que estão cansados da fugacidade, monotonia e liquidez que pungem a contemporaneidade. Um cantinho para resenhas, reflexões, diálogos, entre outros.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Uma Carta Sem Destino
As vezes penso em desistir, fugir de casa ou encontrar a saída mais rápida do labirinto.
Mas o que leva uma pessoa a isso? Por que em vez de enfrentarmos nossos medos deixamos eles nos amedrontar?
Será que a saída mais rápida do labirinto é realmente a resposta?
Eu estive pensando sobre isso nos últimos dias e cheguei a uma conclusão e você pode ou não concordar com ela.
Na maioria das vezes queremos desistir porque vários acontecimentos nos levam a isso e esperamos uma força de uma pessoa e não vemos que nossa maior força vem de nós mesmos.
Você pode ou não acreditar em Deus e tem todo o direito de desconfiar dos seres humanos, mas confie em si mesmo.
Todos temos dias péssimos, noites tempestuosas, mas não devemos esquecer que um dia novo está por vir e que você pode tornar ele o melhor dia da sua vida e porque não tornar todos os dias os melhores da sua vida?
As vezes se sentimos solitários, mas na verdade não estamos sós, só temos que aprender a olhar pro lado...
A saída rápida é mais fácil realmente, o labirinto é confuso cheio de incertezas, mas não procure sair dele da forma mais rápida e sim no tempo certo, todos temos algo para aprender e à ensinar.
Se as coisas ficarem difíceis, não desista. O mundo pode te fazer chorar, mas em algum lugar tenha a certeza que tem alguém que quer te ver sorrindo.
Por tanto, tenha medo mas não deixe que ele te impeça de escrever sua própria história, fique triste mas não deixe a tristeza te afogar, seja corajoso(a) mas não deixe que a coragem fazer com que se sinta melhor que os outros, seja feliz e faça os outros felizes.
Tenha um futuro, enfrente o labirinto. Viva a Vida!
(Alana Belloli)
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